Uma fotinho de cada país que já visitei entre 2010 e 2011.
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Mês passado como sabem, estive em Paris e Londres; no meu roteiro Londrino, novamente não poderia faltar um passeio em Notthing Hill e na livraria Books for Cooks. Desta vez fui munida de uma pequena grande lista de livros que tinha interesse, mas infelizmente não consegui trazer nenhum para casa, todos indisponíveis. Depois da frustração, resolvi procurar outros livros interessantes, tinha certeza de que procurando não sairia de mãos abanando; aliás, o problema é se controlar. Mas é preciso ter em mente o que você quer para não trazer um livro/revista que ficará apenas enfeitando sua estande. Por fim, trouxe três edições especiais da revista australiana Women’s Weekly: uma de tortas e pastries, outra de gratinados e uma de traybakes & slices.
Escolhi a receita de salmão e legumes com massa folheada para estreiar, porém não fiz como a receita original manda, já que não tinha todos os ingredientes disponíveis. O que mudei: fiz um molho branco com espinafre (um pouco de espinafre, 100 ml de leite mais um tiquinho de caldo de legumes caseiro, cebola picadinha, alho amassado e um pouco de pimenta preta e branca) e mudei o aipo para pimentão e troquei os aspargos por vagem. Os legumes foram mais pobrinhos, mas o resultado foi tão bom que pretendo fazer a receita original uma segunda vez.
Para quem não sabe (como eu até o momento) en croute refere-se a uma comida que foi coberta com massa; porém nesta receita o peixe fica por cima da massa.

Fonte: Easy pies & pastries – women’s weekly
Ingredientes
Serve 4 pessoas
750g (pedaço) de filé de salmão
¼ de suco de limão (60ml)
1 colher de sopa de azeite
1 folha de massa folhada pronta laminada
1 ovo batido levemente
2 cenouras médias (240g)
3 talos de aipo/salsão cortados (300g)
250g aspargos frescos, aparados
2/3 xícara (160ml) de vinho branco seco
1 xícara de creme de leite (250ml)
1 colher de sopa de mostarda semeada
1 colher de cebolinha fresca picada
Modo de preparo
1. Remova e descarte a pele do peixe (se houver); corte as pontas e corte o peixe eem 8 fatias. Em uma travessa, coloque o peixe, o suco de limão e o óleo; cubra e deixa na geladeira por 3 horas ou de um dia para o outro;
2. Pré-aqueça o forno em 180ºC;
3. Corte a massa em quadrados e coloque numa forma untada. Faça cortes diagonais na massa deixando 1cm de intervalo; pincele com o ovo e asse descoberto por cerca de 10 minutos ou até que fique dourado;
4. Enquanto isso, corte as cenouras e o aipo em tirinhas finas (corte julienne). Corte os aspargos pela metade. Numa frigideira com um pouco de óleo, frite os legumes, aos poucos, até que fiquem macios; cubra os para que fiquem aquecidos;
5. Remova o peixe da travessa; reserve o líquido da marinada. Frite os peixes, aos poucos, na mesma frigideira até que estejam dourados dos dois lados e cozidos a gosto. Mantenha-os aquecidos;
6. Coloque o vinho e a marinada reservada na mesma panela onde fritou os peixes; deixe ferver destampado até que o líquido reduza pela metade. Adicione o creme de leite e a mostarda;cozinhe mexendo até que o molho tenha engrossado. Adicione a cebolinha fresca e misture;
7. Coloque as massas uma em cada prato e por cima os legumes, peixe e finalize com o molho.
Leitores queridos, voltei!! como vocês estão??
Minhas férias foram ótimas, ao lado de 3 pessoas muito especiais pra mim: meus pais e meu maridinho! Estivemos em Paris e em Londres. Agradeço a todos pelos comentários e peço desculpas pela demora em responder. Hoje o post será curtinho, mas já deixarei duas fotinhos das férias!
É o que diz a redação do site Ig; eu não entendo de moda, mas acho que ela estava linda. Se ela entrou para a lista por estar usando um vestido justo demais, a irmã de Kate Middleton também deveria entrar. E mais, segundo o site Correio da Manhã, já existe uma comunidade no Facebook chamada Pippa Middleton Ass (bumbum da Pippa Middleton). É, acho que estou precisando procurar algo mais produtivo para fazer…
A Princesa e seu marido não participarão de todas as festividades, pois não fazem parte do círculo íntimo de amizades diz Jenny Alexandersson, expert em assuntos da realeza. Nem a corte inglesa nem a sueca quiseram divulgar se o casal foi convidado para a festa à noite. De acorco com Alexandersson, a festa foi dividida da seguinte forma: 1.900 pessoas foram convidadas a testemunhar a cerimonia religiosa na Abadia de Westminster, 650 estarão presentes no almoco servido em Buckingham e 300 pessoas (só as VIP’s) estarão na festa à noite com Kate e William.
Victoria e Daniel estarão presentes na cerimônia e almoço, pois já tem voo programado para Suécia e irão participar das comemorações de 65 anos do Rei Carl XVI Gustaf neste sábado. Na opinião de Alexandersson, a casa real britânica tem uma relacão mais estreita com a família real da Dinamarca e da Noruega do que com a Suécia. No casamento da Princesa em junho de 2010, nem William nem Harry estavam presentes em seu lugar a corte britânica enviou o tio Edward e sua esposa Sofie no lugar dos principes.
Fonte: The Local: Victoria ‘stole the show’ on London carpet
Para saber mais sobre o casamento da Princesa Victoria e Daniel Westling veja os posts: E a polêmica continua, Vida de Princesa não é fácil, Flores colombianas no casamento real? , Contagem Regressiva , Enfim Sós, Agradecimento da Princesa
Cada local que visitei tem seu estilo e ainda tenho dúvida para dizer qual é o meu predileto. Gostei muito da arquitetura de alguns bairros de Londres e Praga; em Estocolmo, adorei Gamla Stan (bairro velho) e na Itália, me encantei com algumas janelas (quase sempre verdes e com floreiras!). Por isso digo, visitar uma cidade não é apenas fazer via sacra em museus e atrações; olhar as construções também é turismo e aprendizado.
Me encantei com esse prédio da foto acima!
Desde que assisti Um lugar chamado Notting Hill, dizia: “se um dia for a Londres, quero visitar este bairro; quero ver se realmente existe o mercado e a loja”.
Quando começamos a falar de ir para Londres, uma coisa eu sabia, pelo menos uma manhã Notting Hill já tinha no meu cronograma. Pesquisa vai, pesquisa vem, descobri que o melhor dia para ir era o sábado, quando acontece uma feira de artigos antigos e tem de tudo, de útil e inútil! Mais conhecida como Portobello Market. Não tem apenas coisas antigas, tinha frutas, legumes, verduras e outras coisas; fique atento que existe dias certos para cada produto (no link você encontra essas informações).
Aproveitei para conhecer a The travel bookshop e a Books for cooks, uma loja especializada em livros de gastronomia. Eu adorei a loja, apesar de apertada é possível passar algumas horas lá dentro (tá, exagerei um pouquinho! ainda bem que tinha um sofá, porque senão Maxwell tava perdido!! rs)
Me encantei com o bairro, com a feirinha (que de feirinha não tinha nada, era a perder de vista de tantas barracas e tranqueiras disponíveis). Após percorrer praticamente toda a feira, decidimos fugir da multidão, e seguimos por uma rua paralela, mais residencial. Um charme a arquitetura dos predinhos, fiquei tão empolgada que falei: “adoraria morar aqui”!.
Mas voltando a realidade, mostro a vocês algumas fotinhos que tirei por lá!
Para maiores informações sobre o mercado e o bairro: Portobello Market, Notting Hill.
Não perca os outros posts da série Londres: Londres 1, Londres 2: parques, Londres 3: Museus, Andanças 15: Londres, Andanças 22: torres, Papardelle com tomate cereja, espinafre e champignon selvagem.
Assim como tantas outras cidades, Londres possui milhares de museus para todos os gostos; entretanto, a cidade sai na frente, pois os principais são gratuitos. É difícil acreditar que não paguei nenhum centavo para estar diante de obras e artigos históricos incríveis. Eu e Maxwell visitamos o British Museum, National Gallery, Natural History e demos uma passadinha no Tate Modern e no Victoria and Albert.
Gostei muito da National Gallery, principalmente na sala 43 com obras de Claude Monet, Edouard Manet e, uns dos quadros que já entrou para minha galeria de prediletos The Skiff (La Yole) de Pierre August Renoir, de 1875. No British, além de artigos interessantissimos como a Rosetta Stone, fiquei impressionada com as esculturas do Partenon; além disso, o The Great Court (logo na entrada) é muito bonito. No Tate Modern, confesso que não andamos muito pelo museu, subimos direto ao último andar para contemplar a vista do rio Thames e a Millenium Bridge com a cúpula de St Paul’s Cathedral ao fundo. No Natural o que impressiona é a arquitetura do prédio; ao entrar, repare nos detalhes dos pilares com animais esculpidos. Sobre o Victoria and Albert não posso dar maiores informacões, pois andamos apenas no piso 1 (level 1 entrances) onde encontramos várias estátuas; logo na entrada, o visitante depara-se com um lustre de vidro enorme que já publiquei no post Andancas 15: Londres.
Algumas dicas: sabendo que são gratuitos, a vontade de ver todos é imensa, e o que era diversão, acaba sendo obrigação. Além disso, alguns museus são grandes e depois de duas horas ele perde o encanto; outro ponto: depois de ver tanta história, você corre o risco de não conseguir assimilar as informações e pode acabar confundindo tudo!! (experiência própria!). Por isso escolha aqueles que mais lhe interessam. Mais uma dica: chegue cedo no British Museum e na National Gallery, pois depois de um tempo esses museus ficam lotados e fica difícil de ver as obras/peças que tem interesse, principalmente se for muito famosa. Na seção “links” (canto direito da página), você encontra o site desses museus.
Deixo para vocês algumas fotos desses nossos passeios!
Não perca os outros posts da séries: Londres 1, Londres 2: parques, Andanças 15: Londres