Uma fotinho de cada país que já visitei entre 2010 e 2011.
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Essa saborosa iguaria italiana tem sua origem na antigüidade entre os trabalhadores rurais, quando o pão era seu principal alimento. O termo Bruschetta (pronuncia-se brusqueta) é originário das regiões do Lazio e de Abruzzo, derivada da palavra “bruscato” que significa tostado ou torrado, no forno ou na grelha. Na região da Toscana, a bruschetta possui outro nome, como “Fetunta”, sendo derivado das palavras “fetta unta”, isto é, fatia untada.
A bruschetta clássica é feita com uma fatia de pão italiano rústico, de farinha escura e grossa, de casca dura, tostada na grelha, esfregada com alho, untada com abundante azeite e polvilhada com sal e eventualmente com pimenta-do-reino. Mas, como existem diversos tipos de pães italianos que variam de região para região, a bruschetta possui sabor e aparência com características distintamente regionais. Na Puglia e na Campania, por exemplo, é feita com um pão crocante, chamado “frisella” ou “frisedda”. Na Calábria, Sicília e Basilicata, a bruschetta é feita com um pão comprido de semolina e sementes de gergelim, guarnecido com tomates, azeite e orégano.
Embora certas guarnições seriam mais adequadas para determinados tipos de pães, pode-se garantir uma boa bruschetta, somente com um bom pão e um azeite de oliva de boa qualidade. A pimenta-do-reino moída na hora, também dá um sabor especial.
Dica: prefira tostar o pão na grelha, a torrá-lo no forno. Ele fica macio por dentro e com uma casca crocante externamente. Se usar queijo e quiser derretê-lo, coloque as bruschettas em forno alto, por alguns minutos, isto impedirá que o pão endureça ¹.
A receita de hoje é bem simples e rápida de fazer. Não retirei de nenhum lugal em específico, mas me inspirei em várias receitas; ficou muito saborosa! E viva a versatilidade da bruschetta!!!
rendimento: 4 porções –
Ingredientes – foi tudo no olhômetro, por isso medidas estranhas!
4 fatias de pão italiano
4 a 5 tomates cortados em cubos sem semente
1 a 2 cebolas cortadas em cubos
2 dentes de alho picadinhos
1 ou ½ champignon portobello
óleo de oliva a gosto
sal e pimenta preta a gosto
cebolinha e salsinha a gosto
folhas de manjericão fresco
Modo de Preparo
1. Corte os tomates em cubos descartando as sementes; faça o mesmo com as cebolas, o alho, salsinha, cebolinha e, o champignon, reserve;
4. Acomode as fatias de pão numa assadeira e coloque um pouco de óleo de oliva em cada uma e, por cima, acrescente o alho picadinho; leve ao forno por uns 5 minutos;
5. Retire a assadeira do forno e coloque a mistura de tomate, os champignons e pimenta moída na hora por cima; volte para ao forno por mais 5 minutos;
6. Após retirar do forno e, se quiser, coloque mais azeite de oliva e acomode as folhas de manjericão por cima do tomates; sirva a seguir.
Por mais que falta de inspiração não exista e escrita seja treino, sinto-me sofrendo de ambos. Estou há tempos escrevendo um post especial sobre Pisa. Já fiz vários rascunhos; em um deles tentei colocar dados históricos em meio às minhas impressões, em outro apenas minhas impressões.
Queria passar um pouco das emoções sentidas, pois em meu íntimo tinha o sonho de conhecer Pisa. Porém, tenho dificuldade em transcrever meus sentimentos ao ver a torre ao longe, ainda da estrada. Depois, quando atravessei o portal e vi de pertinho toda a grandiosidade do Campo dei Miracoli; tudo acompanhado por um céu azul e o sol de fim de tarde, brindando-me com uma paisagem dourada.
Estava tão empolgada… ao mesmo tempo, tinha receio só de pensar que iria subir naquela torre; do modo como seus degraus acompanham sua inclinação e da sensação de vertigem da escada em caracol*, além do desgaste no mármore causado imensa quantidade de pés que já pisaram lá. Enquanto subia, pensava: “quanta história! grandes nomes da ciência já estiveram aqui e sou privilegiada por estar aqui neste momento”. Também tive os momentos de querer xingar quem construiu aquela torre e seus mais de 400 degraus, mas me esqueci rapidamente ao chegar em seu topo. Depois de 5 minutos, queria xingar de novo… por aquele local ser tão alto e pelo medo que estava sentindo ali!
É importante mencionar que a catedral é, sem dúvida, uma das mais bonitas que vi até hoje. Lembrar de como me arrependerei de ter saído do batistério antes de uma demonstração da acústica daquele lugar, de como o Maxwell me contou tudo isso empolgado, enquanto sentia um tiquinho de inveja…
Apesar de respeitar opiniões diferentes, não consegui entender quando uma pessoa me falou que é um lugar bobo e sem graça… Ao final de nossa viagem, eu e Maxwell, fizemos um ranking com as melhores cidades e, Pisa ficou entre as primeiras. Minha recomendação a quem tem vontade de conhecer a Itália? Inclua no roteiro uma passada em Pisa!
* A despeito da sensação de vertigem que senti, não acredito que seja regra entre os visitantes da torre.
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Possuindo uma área de cerca de 12,6 km, Stromboli é uma ilha ao norte da costa da Sicília. É uma das oito ilhas do arquipélago das Ilhas Eólias no Mar Tirreno e é onde encontra-se um dos três vulcões em atividade na Itália.
Não, não fui nesta ilha! Stromboli também é o nome de um tipo de focaccia e de todos os pães que fiz até agora, esse foi o mais gostoso! O alho e o alecrim deixam o pão super perfumado, uma delícia!! Apesar da demora, já fiz essa receita duas vezes!!
Stromboli
Ingredientes
2 colheres de chá de fermento biológico seco ou 15 g de fermento biológico fresco
350ml de água
500g de farinha de trigo
1½ colher de chá de sal
3 colheres de sopa de óleo de oliva
Para o recheio e topo
200g de mussarela picada
200g de mussarela defumada picada
1 dente de alho descacado e picado
manjericão
3 colheres de sopa de óleo de oliva
1 colher de chá de sal grosso
3 ramos de alecrim, com a haste removida
1 colher de chá de pimenta
♣ A mussarela vendida por aqui é um pouquinho diferente e por isso, utilizei outro queijo (não me lembro o nome); também não usei a mussarela defumada. Como não tinha sal grosso, coloquei um pouquinho do sal comum mesmo e acabei esquecendo da pimenta. Não senti falta, mas num próximo quem sabe!
Modo de Preparo
♦Todas as tigelas usadas devem ser de vidro ou de plástico, assim como a colher que deve ser de madeira ou plástico. Evite o metal, ele é um condutor de calor e faz a massa crescer rápido demais.
♦Forno Pré aquecido 200°C
1. Numa tigela pequena de vidro ou plástico, colocar 250ml de água e adicionar o fermento. Espere 5 minutos e misture para dissolver;
2. Em outra tigela de vidro ou plástico, coloque a farinha e o sal; faça um buraco no meio e despeje o líquido do fermento mais o óleo de oliva. Com uma colher de madeira vá encorporando o líquido na farinha; adicione o restante de água aos poucos e na quantidade necessária para formar uma massa macia e pegajosa;
3. Numa superfície enfarinhada, trabalhe a massa por 10 minutos até ficar macia, “sedosa” e elástica;
4. Coloque a massa numa travessa limpa e untada com um pouco de óleo e cubra. Deixe crescer até dobrar de tamanho, cerca de 1h e ½ a 2 horas;
5. Afunde a massa com a mão fechada; remova a massa da tigela e numa superfície com pouca farinha vá girando em sentido horário e pressionando a massa levemente por 5 minutos; deixe descansar por 10 minutos. Abra a massa num formato retangular com 35cmx20cm, cubra com uma toalha e deixe descansar por mais 10 minutos;
♦A primeira vez que fiz, ficou um pão muito grande, alto; na segunda vez, dividi a massa em dois, ficou bem melhor.
6. Recheio: pique os queijos, o manjericão e o alho e espalhe pela massa; enrole pelo lado menor como um rocambole, mas não aperte muito.
7. Numa forma untada, coloque a massa e com o cabo do garfo faca buraquinhos na parte de cima da massa e passe 1 colher de chá de óleo de oliva, sal, pimenta e alecrim;
8. Asse em forno pré aquecido a 200°C por 1 hora até ficar dourado; coloque para esfriar numa grade e passe o restante do óleo de oliva. (Eu esqueci de fazer isso
)
Cada local que visitei tem seu estilo e ainda tenho dúvida para dizer qual é o meu predileto. Gostei muito da arquitetura de alguns bairros de Londres e Praga; em Estocolmo, adorei Gamla Stan (bairro velho) e na Itália, me encantei com algumas janelas (quase sempre verdes e com floreiras!). Por isso digo, visitar uma cidade não é apenas fazer via sacra em museus e atrações; olhar as construções também é turismo e aprendizado.
Me encantei com esse prédio da foto acima!
Nesse ano, descobri que apesar do esforço é bem legal subir em torres, principalmente quando somos brindados com uma paisagem de tirar o fôlego!
Começo com uma foto antiga que nem é uma torre, mas a paisagem é incrível. Se for a Poços de Caldas em Minas, não deixe de conferir a vista lá junto ao Cristo.
Agora damos um salto para junho de 2010. De novo, não é a vista de uma torre alta, mas eu estava dentro de uma torre. Vista da janela da Tower of London para a Tower Bridge.
Agora sim, vista de uma torre e, uma senhora torre. A Torre pendente di Pisa foi construída em 1173 e logo após começou a inclinar-se devido fundação mal construída e solo mal compactado. Se está disposto a subir, saiba que obviamente por dentro as escadas também são tortas, rs e você vai inclinando junto com a torre. Fora a tonturinha que dá por causa da escada ser em caracol…rs, mas vale a pena! A torre foi restaurada e está super bonita!
A Torre Guinigi fica na cidade Italiana Lucca e o curioso é que no alto dela tem árvores, pra ser mais exata carvalhos.
Ainda na Itália, mostro a vocês a vista da muralha/castelo de Monteriggioni, uma pequena comuna da provincia de Siena.
San Gimignano também é outra comuna da província de Siena na Itália.
Agora, mudando de país, vamos para Praga na Petřínská rozhledna que geralmente é lembrada como a pequena Torre Eiffel. Ela tem 60 metros de altura e uma bela vista da cidade de Praga.
Ainda em Praga, outra torre que vale a pena subir na Torre do Relógio Astronômico ou Pražský orloj. A vista da praça é incrível!!
Mais fotos do relógio de Praga.
- Você já passou por um campo de flores?
- Já entrou num jardim repleto de flores?
- Não? Ok, mas um buquê de flores você já ganhou ou, pelo menos comprou um, certo?
E qual foi sua reação? A minha, claro, foi cheirar!
Dentre nossos quatro sentidos, acredito que no meu caso, o olfato é o mais desenvolvido. Alguns cheiros ativam minha memória, trazendo à tona lembranças de lugares por onde já passei, pessoas que conheci e até certos períodos do ano. O cheiro do bacon fritando, lembra a época de Natal, que tradicionalmente minha mãe faz farofa (muito boa por sinal, ehh saudade!). Alguns cheiros tem o poder de me acalmar, trazendo a sensação de conforto e tranquilidade. Sinto como se o cheiro me falasse: “Fica tranquila, você está em casa, nada de mal irá acontecer com você”. E, sabe qual é esse cheiro? da minha fronha!!!!!!
Mesmo quando acabei de trocá-la sinto isso.
E é assim que, a aromaterapia atua com as pessoas, ajudando a melhorar a saúde e trazendo sensação de bem estar. Para isso, são utilizados óleos extraídos de plantas e cada qual, possui benefícios que vão desde reduzir o estresse e a depressão até ajudar na insônia. Acredita-se, que a aromaterapia começou com a queima de madeiras, folhas, gravetos e eucaliptos perfumados na Antiguidade. Podemos usufruir da aromaterapia de várias formas: através de inalações, difusores, massagens e banhos aromáticos. Mas são necessários alguns cuidados como por exemplo na massagem; alguns óleos essenciais possuem substâncias muito concentradas e, quando passadas diretamente na pele podem causar irritação. O ideal é diluí-los primeiro em óleo vegetal (como óleo de girassol ou de abacate).
Eu gosto muito dos difusores e a essência que venho usando é a de lavanda que possui um cheiro doce forte, floral, herbal com uma nota balsâmica (chique, né??). Antigamente era inalada para aliviar a exaustão, insônia, irritabilidade e depressão; inclusive, na era vitoriana, as mulheres a usavam em travesseiros que cheiravam para se recuperar dos desmaios devido os corpetes apertados (mulher gosta de sofrer!!
).
E já que citei os campos de flores, queria mostrar a vocês a surpresa que tive ao chegar em Monteriggioni na Toscana. A entrada da cidade medieval é repleta de pés de lavanda e o aroma por lá é incrível! Agora vai ser impossivel não lembrar deste dia ao sentir o cheirinho de lavanda!!
Para finalizar, deixo para vocês as propriedades terapêuticas da lavanda segundo o How stuff works: Alivia dores musculares, enxaquecas e outras formas de dor de cabeça e combate inflamações. Também é um dos óleos essenciais mais anti-sépticos, tratando muitos tipos de infecções, entre as quais pulmonares, respiratórias, vaginais e especialmente candidíases. A lavanda é adequada para todos os tipos de pele. Cosmeticamente, parece servir como regeneradora de células, ótima em cicatrização e estrias, e supostamente retarda as rugas. Usada em queimaduras, queimaduras de sol, feridas, lesões de pele e infecções cutâneas. A lavanda também é usada para indigestão e cólicas, e estimula a imunidade. Das diversas fragrâncias testadas por pesquisadores da aromaterapia, a lavanda é a mais efetiva em relaxar as ondas cerebrais e reduzir o estresse. Também reduziu em quase 25% os erros de pessoas que trabalham no computador, quando usada para perfumar escritórios.
Fonte: How stuff works (aromaterapia- lavanda, aromaterapia, história da aromaterapia), Aromaterapia – Portal Educação, Vila da mulher .
Não perca os posts: Muffin de lavanda, Série Temperos: Lavanda, Meu pé de lavanda.
Localizada na região central da Itália, a Toscana possui 23.000km² e 3.6 milhões de habitantes. Sua capital, Florença, cujo centro histórico é patrimônio cultural da humanidade foi o berço do Renascimento Italiano com gigantes das artes e ciências como Dante Alighieri, Michelangelo, Leonardo da Vinci, Galileo Galilei, Puccini, Botticelli, entre outros. Resumindo: a região da Toscana é muito antiga e está cercada de muita história!
Nosso tour começou por Florença, seguindo para Lucca, Pisa, Volterra, Siena, San Gimignano, cidades da região de Chianti, Monteriggioni e para finalizar: Cortona! Nesta viagem contamos com a companhia de minha prima Maria Angela, para os íntimos, Pituca e seu marido que moram na Alemanha. Após a Itália, eles nos “aguentaram” por mais três dias em sua casa onde fomos muito bem recebidos! Obrigada primos!
Neste post, algumas fotos de Florença! Enjoy…