Tag Archive | Dalarna

Ekomuseum Bergslagen 9: Klenshyttan

Essa antiga indústria está situada entre Grängersberg e Ludvika. Para saber maiores informações clique AQUI

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Andancas 46: Fryst Väsman 2012

Dias atrás fez um sol maravilhoso aqui em Luds e resolvi dar uma voltinha pra registrar o lago congelado. Tá vocês podem pensar que é sempre do mesmo jeito, mas não é não. Sempre acontece algo inusitado! Desta vez, um senhor passa por mim em pergunta se eu tinha conseguido boas fotos e, em seguida, segue e resolve  dar uma pedalada pelo lago.

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Destinos 2012

Dias atrás, o jornal The New York Times publicou uma lista de 45 lugares para visitarmos em 2012. Alguns são exóticos, como por exemplo ir para o espaço; já outros, velhos conhecidos de muitos viajantes, como Florença e Londres.

O Brasil entrou para a lista com Paraty, que já tive o prazer de conhecer e indico! O trechinho escrito por Paola Singer diz assim:

“Esse refúgio pacífico vem tornando-se um destino rico em cultura na Costa Verde, 325 km de costa entre Rio de Janeiro e São Paulo. Seu calendário cultural conta com um festival de jazz, blues e soul organizado pelo melhor local de música ao vivo em São Paulo, Bourboun Street Music Club. Outro evento recentemente inaugurado é o Paraty em Foco, uma série anual de exposições fotográficas mostrando artistas do Brasil e internacionais.

Além desses, há também o FLIP, festa literária internacional cheio de leituras, festas movidas a caipirinha e estrelas eruditas como Ian McEwan, Isabel Allende e Salman Rushdie. Outras atrações incluem boutiques de artesanatos de bom gosto, cafés, restaurantes de mariscos à luz de velas e charmosas pousadas. A mais elegante é a Casa Turquesa, eleito pelo guia Quatro Rodas a melhor pousada de 2009. No final deste ano, Paraty contará com seu primeiro hotel de luxo, o francês Maisons des Rêves.

 Outro local que chamou atenção foi Dalarna, na Suécia. E já que este blog tem um pezinho no país e  principalmente em Dalarna, nada mais justo do que transcrever o texto feito por Evan Rail.

A maioria dos viajantes conhece a Suécia apenas pelas áreas urbanas de Estocolmo e Gotemburgo. Mas quando aproxima-se o ápice do verão, os moradores deixam os grandes centros em direção à província central de Dalarna. Suas florestas profundas, lagos cintiliantes e festas tradicionais de verão e casa vermelhas merecem seu cartão postal! Com um acesso fácil – ônibus, trem ou carro – a parte sul de Dalarna fica a 125km de Estocolmo, mas muitas vezes, a paisagem rústica faz parecer que estamos em mundos diferentes. (pausa: EU CONCORDO!!!)

É natural fazer uma pausa na casa do pintor sueco Anders Zorn que agora é um museu na cidade de Mora. Ainda é produzido artesanato tradicional como o mascote nacional o cavalo Dala. Mas Dalarna não é apenas para viagens de verão: todo mês de marco, a região hospeda o Vasaloppet, a maior corrida de ski cross country do mundo! O outono traz a rica folhagem e os pratos de carne de caça servidos em restaurantes sofisticados como o Dala-Husby Hotell.

Pessoal, os trechos acima são uma tradução livre. Para ler o texto original e saber quais são os outros 43 lugares – clique aqui → The New York Times. O FLIP deste ano está programado para 4 a 8 de julho, para maiores informações acesse flip.org.br

 

Busstationen

Eu não utilizo o transporte público de Ludvika, pois tudo é perto e quando não estou de carro vou a  pé mesmo…pra não dizer que nunca andei de ônibus na cidade, este ano, após voltar de Falun (de trem) e cheia de bagagem, resolvi utilizar o ônibus pela primeira vez. E era o que eu imaginava, tudo limpo, organizado e com horário marcado.

Se o ônibus está adiantado, ele fica no ponto parado até que dê a hora certa. A passagem dentro da cidade custa 25 coroas cerca de 6.25 reais.  Já o intermunicipal varia de acordo com a distância e o tipo de transporte (ônibus ou trem). Além disso, existem várias formas de tickets (desconto para estudantes, tickets válidos por 10 ou 31 dias, cartão para jovens, cartão para idosos – veja mais AQUI no site do Dalatrafik em inglês). Todo ano, recebemos em casa um livrinho com os horários e o itinerário dos ônibus; para ver como esse livrinho é clique AQUI.

Daqui também sai um ônibus direto para a estação de Estocolmo (tá, direto não, pois ele para em alguns vilarejos/cidades próximas a Ludvika, rs). A empresa se chama Go By Bus já usei e indico! Saindo sábado de manhã e voltando segunda de tardinha sai por 456 coroas cerca de 114 reais. Dentro da estação fica a loja de souveniers e também o centro de informações turísticas da região.

Abaixo, você verá fotos da estação; os horários, e os ônibus aparecem nessas telas e cada ônibus tem uma vaga como podem ver na foto em que aparece um portão e vários números. Hoje ”inauguro” o slideshow que vi no blog Notas compartilhadas da Edna e peguei emprestada a idéia…Mas, e vocês leitores do Mundo da Mari, o que preferem: as fotos direto na página, ou o slideshow??

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Ludvika

Ludvika fica no condado de Dalarna que em sueco significa “vales”, pois esta é a província dos vales que ficam encravados entre as inúmeras montanhas cobertas por enormes florestas e vários rios correndo por entre elas. O condado está dividido em 15 comunas (kommuner) sendo: Avesta, Borlänge, Falun, Gagnef, Hedemora, Leksand, Ludvika, Malung, Mora, Orsa, Rättvik, Smedjebacken, Säter, Vansbro, Älvdalen. A mais populosa, é Falun com 55.267 (dados de 2006 – wikipedia) sendo a capital de Dalarna; a riqueza econômica do condado está baseada na exploração mineira (com minas de enxofre, cobre, zinco e chumbo)  e na exploração florestal, com  fábricas de papel e pasta de papel.

Ludvikafoi fundada em 1500, quando o rei Gustav Vasa estabeleceu pela primeira vez um moinho de martelo e fundicão (hammer mill and canon foundry). Entre 1600 e 1700, várias fundições foram criadas e a indústria do ferro se desenvolveu. A indústria elétrica surgiu no início de 1.900 e, em 1930 e 1940 tornou-se um centro de pesquisa e desenvolvimento em transmissão de energia elétrica em alta tensão (antiga ASEA atual ABB).

Por isso, a cidade também é conhecida como “High voltage Valle”, ou vale da alta tensão. Sua maior fonte de renda é a ABB, empresa de engenharia elétrica que em Ludvika emprega 2500 pessoas, produz equipamentos de alta tensão para substações que são exportados para o mundo todo, inclusive para o Brasil. Além da ABB, outra importante empresa situada na região é a cervejaria Spendrups uma das maiores cervejarias privadas da Suécia.

 

Atualmente Ludvika possui 25 821 habitantes. Apesar de pequena, a infra estrutura  é razoável, sendo muitas vezes melhor do que uma cidade de mesmo porte do Brasil. O centro comercial conta com diversas lojas de roupas, farmácia, bancos, livraria, supermercados, restaurantes, cabeleireiros. Ano passado, foi inaugurada uma nova parte de uma galeria com novas lojas e onde abrigam a bonita biblioteca de Ludvika. O cinema também é muito bom, com poltronas confortáveis e ótima qualidade de imagem e som e o melhor de tudo: sem trailers!!!!! (Para ver as lojas clique AQUI)

Para saber mais: Ludvika Kommun, Unika Ludvika, Turismo

Andanças 40: sonhos de verão

O tempo na Suécia já está mudando;  temperaturas de 20, 25 (positivas!!!!) já são coisa do passado. Este mês está bem chuvoso e o outono já dá sinais: casacos, botas, folhas amareladas no chão…Para relembrar o verão, trago fotos tiradas em julho deste ano. Espero que gostem!!

Prefeitura de Ludvika

Ekomuseum Bergslagen 5: Flogbergets gruvor

Localizada no topo de uma colina, a Flogbergets gruvor teve suas atividades de mineração de ferro iniciadas no século 17. Ela possui túneis que drenavam a água sem precisar de bombas. Três métodos diferentes de mineração foram utilizados nessa mina: o mais antigo,  era feito da seguinte forma: ateava-se fogo em uma pilha de madeira que ficava contra a pedra;  por causa do calor, a rocha ficava frágil, permitindo que fosse quebrada com pés de cabra e marretas. No século 18 foi iniciado o uso de pólvora e em 1870 o uso de dinamite.

No início do século 20, a energia elétrica juntamente com o uso de novas tecnologias, aumentaram a produção de minério de ferro. A mina foi fechada em 1918 pelo clima de depressão econômica que prevaleceu no final da Primeira Guerra Mundial.

Segundo o folclore sueco, a palavra "flog" refere-se a "fogo do mar" (fosforescência) que sai da boca de um dragão voador. Muitas pessoas acreditavam que aonde quer que ele fosse visto, um rico filão de minério era encontrado.

Para maiores informacões acesse o site oficial AQUI