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Lavanda e chocolate

Lavanda é um assunto muito procurado aqui no blog, por isso, estou trazendo algumas informações publicadas no Paladar, do site do jornal O Estado de São Paulo.

Lavanda de comer e com chocolate – por Lucinéia Nunes

 Muito frequente no preparo de doces e salgados nos restaurantes e pâtisseries dos Estados Unidos e da Europa, a lavanda começa a ser usada como ingrediente também por aqui. No exterior ela perfuma musses, cremes e até molhos salgados, mas em São Paulo, por enquanto, apareceu apenas associada aos chocolates.

A Chocolat du Jour acaba de lançar a linha Choco Lavande, que traz
chocolates meio amargos aromatizados com lavanda desidratada importada da Espanha. É a primeira de uma série de chocolates aromatizados com ervas. Entre os produtos da linha está o kit composto de um vaso com bombons e minilata com pérolas de chocolate que custa R$ 215. Mas dá para provar os chocolates com lavanda da marca também sem gastar tanto: um conjunto com a minilata com pérolas de chocolate e uma caixinha com cinco trufas sai por R$ 42.

A chocolatière Sara Accioly também está às voltas com a lavanda, mas  prefere aromatizar seus bombons com a erva que ela mesma cultiva em cinco vasos  na varanda. Faz tudo de modo bem artesanal. Cultiva a lavanda, colhe e deixa secar.  Na hora de usar, faz uma infusão com creme de leite fresco, coa, verte sobre  gotas de chocolate ao leite e emulsiona até obter a ganache que recheará seus
bombons (a caixa com 12 unidades custa R$ 42).

Onde comprar

Chocolat du Jour

Chocolates com lavanda.

Informações pelo tel. (11) 3168-2720

Sabor de Fazenda

Venda de lavanda e aulas.

Informações pelo tel. (11) 2631-4915

Sara Accioly

Encomendas de chocolate com lavanda pelo tel.  (11) 6138-1050

Jardinagem Gastrônomica

No Paladar – Cozinha do Brasil, Silvia Jeha dividiu a sala de aula com o chef  Salvatore Loi. Enquanto ela falava das ervas que cultiva em seu viveiro orgânico  Sabor de Fazenda, em São Paulo, o chef mostrava diferentes maneiras de preparar  um pesto.

A próxima aula de Silvia já está marcada. Dessa vez ela divide a cena com a  irmã Sabrina, e o uso culinário da lavanda estará em pauta. As irmãs receberão  os alunos da Escola Wilma Kövesi de Cozinha, no dia 20, para falar sobre o  cultivo caseiro de ervas e os usos na aromatização de vinagres, azeites, sais,  manteiga e até no açúcar. A lavanda vai entrar no preparo de um vinagre  aromatizado. “Ele é bem perfumado e fica delicioso com carnes, principalmente de porco, além de peixes, marinadas, berinjela e chimichurri”, diz Silvia. A aula,  das 9h às 14h30, com saída da escola, direito a apostila, lanche e certificado,  custa R$ 250. Informações pelos telefones: 3063-1592 e  3082-9151.

Para ver a publicação original acesse AQUI
Para ver o que já foi publicado sobre a lavanda aqui no blog clique AQUI 

Diferença entre ervas, especiarias e condimentos…

Você sabe a diferença entre ervas, especiarias e condimentos?

Ervas são folhas de várias plantas, e leva-se em conta seu sabor, aroma e qualidades medicinais e por isso são utilizadas na culinária, na medicina e com propósitos espirituais. As principais ervas são: manjericão, orégano, cebolinha, dill, manjerona, salsa, alecrim, sálvia, hortelã, tomilho. Devem ser usadas frescas pois o calor do cozimento diminui seu aroma.

Especiarias são diversos produtos de origem vegetal como, sementes, brotos, frutas, flores, cascas e raízes de plantas. Além do uso na culinária, as especiarias eram utilizadas na preparação de óleos, cosméticos, incensos e medicamentos. Devido à presença de óleos essenciais as especiarias possuem aroma e sabor mais acentuados. As principais especiarias são pimenta do reino, canela, noz-moscada, cravo da índia, anis estrelado, baunilha, cardamomo, gengibre, coentro, pir piri (pimenta malagueta), mostarda em grão, açafrão, pimenta da Jamaica.

Em alguns casos, a mesma planta pode produzir tanto especiaria como erva. Outros condimentos são elaborados com misturas de especiarias (como o chili) ou de ervas (como o bouquet garni).

Os condimentos são molhos ou temperos adicionados a comida para dar um sabor especial ou complementar o prato. Muitas vezes, de sabor picante e, por isso adicionados em pequenas quantidades. Condimentos populares incluem sal, pimenta, Ketchup, mostarda, azeite, vinagre e açúcar. Podem ser adicionados antes de servir e durante o consumo, como ketchup e mostarda; outros, são usados durante o cozimento para dar sabor e textura aos alimentos, por exemplo, molho barbecue, molho teriyaki, molho de soja e todos têm sabores que podem aprimorar o gosto de uma variedade de carnes e vegetais diferentes.

Armazenamento: Ervas e especiarias podem ser armazenadas em recipientes à vácuo. A maioria das especiarias fica bem armazenada por cerca de um ano, duas vezes mais que as ervas secas, que, quando armazenadas, têm vida útil de seis meses.

 

Fonte: Especiaria, Condimento, Condimento 2 

Série Temperos: sal

Pense numa comida sem sal?

Sonsa e sem graça, certo? Agora pense no oposto.

Terrível, impossível de comer!

 O sal é um item indispensável e talvez um dos mais difíceis de acertar o ponto; sua ausência ou seu excesso pode ser a ruína de qualquer prato. Este tempero inicialmente usado como conservante alimentar tem importância histórica, sendo pivo de guerra,  protestos e revolução; além de dar origem a palavras como salário e soldado¹. 

Para a saúde, o sal é fundamental para o bom funcionamento do nosso organismo. Ele ajuda a  controlar o volume de água, bem como transmitir impulsos nervosos do cérebro para todo o corpo; além disso, ajuda na contração muscular e regulação dos batimentos cardíacos.²

Se por um lado esse mineral ajuda na saúde, por outro seu excesso pode causar hipertensão (aumento da pressão arterial). É recomendado que adultos ingiram de quatro a seis gramas de sal por dia. Com relação às crianças,  aconselha-se aos pais a não adicionarem a substância à comida dos pequenos até os dois anos de idade. Além de o leite materno e o sódio já presente nos alimentos suprirem suas necessidades, evita-se, com isso, que elas se acostumem a uma alimentação muito salgada, já que é nessa fase que se forma o padrão gustativo. Os idosos devem comer menos sal (o ideal seria cerca de 5 g por dia) porque tendem a reter mais sódio e também porque, com o envelhecimento, os vasos vão perdendo naturalmente a capacidade de distensão, sendo mais provável que desenvolvam hipertensão³.

Os efeitos do sal não mudam se este for adicionado no momento do cozimento ou após este; mas os médicos  recomendam que as pessoas tirem o saleiro da mesa, pois há uma tendência de colocar mais sal quando a comida já está pronta do que quando temperam na hora do cozimento³.

Para evitar o excesso de sal, opte por ervas e condimentos que acentuem o sabor dos alimentos³.

 ¹Fonte: How stuffs works: história do sal

²Fonte: PowerPoint recebido por email das empresas “Vasta” – Medicina preventiva e qualidade de vida e “Marpan” – corretora de seguros. 2009

³Fonte: site da Folha

Não perca os outros posts da série temperos: orégano, lavanda, manjericão, aromaterapia.

Muffin de chocolate com pimenta e 1 ano de Suécia

Para comemorar 1 ano de Suécia resolvi testar uma nova receita, de muffin é claro!! E,  já que os suecos adoram uma pimentinha, misturei chocolate com pimenta!!

Gostei do resultado final, recomendo!

Muffin de chocolate com pimenta

medida dl= 100ml

Ingredientes

125g de manteiga sem sal em temperatura ambiente

4 ovos

2 ½ dl de açúcar

3 ¾ dl de farinha de trigo

4 colheres de sopa de cacau

1 colher de chá de fermento em pó

2 colheres de chá de pimenta (chilli) em pó

100 gramas de chocolate ao leite picado

Modo de preparo

Separe as forminhas de papel ou unte uma forma própria para muffin.

Forno pré aquecido 175°

Coloque todos os ingredientes, menos o chocolate picado, em uma vasilha e bata com a batedeira por cerca de 2 a 3 minutos; desligue a batedeira e acrescente o chocolate. Coloque nas forminhas  Asse em forno pré aquecido por cerca de 20 minutos; se necessário, faça o teste do palito.

Não perca as receitas: Muffin de AçafrãoMuffin de Pepparkakskryddor e cacau.

Aromaterapia: lavanda

 

- Você já passou por um campo de flores?

 - Já entrou num jardim repleto de flores?

- Não? Ok, mas um buquê de flores você já ganhou ou, pelo menos comprou um, certo?

 E qual foi sua reação? A minha, claro,  foi cheirar! 

Dentre nossos quatro sentidos, acredito que no meu caso, o olfato é o mais desenvolvido. Alguns cheiros ativam minha memória, trazendo à tona lembranças de lugares por onde já passei, pessoas que conheci e até certos períodos do ano. O cheiro do bacon fritando, lembra a época de Natal, que tradicionalmente minha mãe faz farofa (muito boa por sinal, ehh saudade!). Alguns cheiros tem o poder de me acalmar, trazendo a sensação de conforto e  tranquilidade. Sinto como se o cheiro me falasse: “Fica tranquila, você está em casa, nada de mal irá acontecer com você”. E, sabe qual é esse cheiro? da minha fronha!!!!!! :) Mesmo quando acabei de trocá-la sinto isso.

E é assim que, a aromaterapia atua com as pessoas, ajudando a melhorar a saúde e trazendo sensação de bem estar. Para isso, são utilizados óleos extraídos de plantas e cada qual, possui benefícios que vão desde reduzir o estresse e a depressão até ajudar na insônia. Acredita-se, que a aromaterapia começou com a queima de madeiras, folhas, gravetos e eucaliptos perfumados na Antiguidade. Podemos usufruir da aromaterapia de várias formas: através de inalações, difusores, massagens e banhos aromáticos. Mas são necessários alguns cuidados como por exemplo na massagem; alguns óleos essenciais possuem substâncias muito concentradas e, quando passadas diretamente na pele podem causar irritação. O ideal é diluí-los primeiro em óleo vegetal (como óleo de girassol ou de abacate).

Eu gosto muito dos difusores e a essência que venho usando é a de lavanda que possui um cheiro doce forte, floral, herbal com uma nota balsâmica (chique, né??). Antigamente era inalada para aliviar a exaustão, insônia, irritabilidade e depressão; inclusive, na era vitoriana, as mulheres a usavam em travesseiros que cheiravam para se recuperar dos desmaios devido os corpetes apertados (mulher gosta de sofrer!! :) ).

E já que citei os campos de flores, queria mostrar a vocês a surpresa que tive ao chegar em Monteriggioni na Toscana. A entrada da cidade medieval é repleta de pés de lavanda e o aroma por lá é incrível! Agora vai ser  impossivel não lembrar deste dia ao sentir o cheirinho de lavanda!!

A cidade de longe

Lavanda, muitas lavandas!!

Além da lavanda, tinha muitas abelhas!

Para finalizar, deixo para vocês as propriedades terapêuticas da lavanda segundo o How stuff works:  Alivia dores musculares, enxaquecas e outras formas de dor de cabeça e combate inflamações. Também é um dos óleos essenciais mais anti-sépticos, tratando muitos tipos de infecções, entre as quais pulmonares, respiratórias, vaginais e especialmente candidíases. A lavanda é adequada para todos os tipos de pele. Cosmeticamente, parece servir como regeneradora de células, ótima em cicatrização e estrias, e supostamente retarda as rugas. Usada em queimaduras, queimaduras de sol, feridas, lesões de pele e infecções cutâneas. A lavanda também é usada para indigestão e cólicas, e estimula a imunidade. Das diversas fragrâncias testadas por pesquisadores da aromaterapia, a lavanda é a mais efetiva em relaxar as ondas cerebrais e reduzir o estresse. Também reduziu em quase 25% os erros de pessoas que trabalham no computador, quando usada para perfumar escritórios.

 

Fonte: How stuff works  (aromaterapia- lavanda, aromaterapia, história da aromaterapia), Aromaterapia – Portal Educação, Vila da mulher .

Não perca os posts: Muffin de lavanda, Série Temperos: Lavanda, Meu pé de lavanda.

 

Série Temperos:Manjericão

 Mais conhecido como manjericão, o basílico é uma planta herbácea, aromática e medicinal usada desde a antiguidade. Possui destaque na cozinha italiana, porém também marca  presença nas culinárias do sudeste asiático, Vietnã, Tailândia,  Camboja e  Laos. 

 As diferentes espécies ou variedades de manjericão podem ser classificadas em função do aroma: doce, limão, cinamato ou canela, cânfora, anis e cravo e também a partir de características morfológicas da planta como: porte, formato da copa, tamanho e coloração da folhagem. O manjericão de cor verde é o mais conhecido, sendo as espécies de folhas avermelhadas mais raras e mais aromáticas.  

Além do uso in natura, o basílico é muito utilizado para obtenção de óleo essencial, importante para a indústria de perfumaria, aromatização de alimentos e bebidas; além disso, seu óleo apresenta propriedades inseticidas e repelentes sendo plantada em beirais de janelas na região do Mediterrâneo para repelir mosquitos e moscas domésticas. Na medicina popular, as suas folhas e flores são utilizadas no preparo de chás, em virtude de suas propriedades tônicas e digestivas, sendo frequentemente usada no tratamento de enjôos, vômitos e dores de estômago. É indicada ainda para problemas respiratórios e reumatismos.

 O manjericão geralmente é usado fresco, sendo adicionado no último momento pois, ao cozinhá-lo perde-se seu sabor. Combina perfeitamente com pratos que levam tomate, azeite, limão, carnes vermelhas, massas e queijos. Pode-se guardar as folhas frescas em sacos plásticos na geladeira por curtos períodos ou no freezer por um período maior, devendo passar rapidamente em água fervente antes de usá-lo. A erva seca perde a maior parte de seu sabor e aroma. 

Nome popular: Manjericão, alfavaca, alfavaca-de-jardim, alfavaca-doce, basilicão, basílico, manjericão-de-molho, manjericão-doce, manjericão-grande, erva-real, alfavaca-cheirosa, alfavaca-d’américa, manjericão-branco, manjericão-de-folha-larga 

Não perca os outros posts da série temperos: orégano, lavanda

Fonte: Sacla, IAC (Instituto Agronômico), Jardineiro.net

 Foto: wikipedia

Série temperos: Lavanda

Você deve estar se perguntando, série temperos sobre lavanda? E eu respondo: – sim, lavanda!

Popularmente conhecida como alfazema, lavanda significa “lavare”, lavar em latim e já era usada pelos romanos para lavar roupa, tomar banho, aromatizar ambientes e como produto curativo (indicado para insônia, calmante, relaxante, dores).

Seu sabor lembra o do alecrim e é utilizada em receitas salgadas como as que levam cordeiros, aves e alguns peixes; além de seu uso em pratos doces, infusões e para aromatizar vinagres e óleos. Entretanto, deve ser usada com cuidado, pois a lavanda possui um aroma doce e intenso e “seu excesso pode arruinar um prato e conferir um retrogosto acre. O perfume e o sabor das flores é mais intenso que o das folhas, mas ambos podem ser usados, variando apenas a quantidade empregada”.³

ATENÇÃO: Sempre use lavanda fresca, nunca a que vem em sachês perfumados ou em óleos essenciais, que são destinados à perfumaria e não para uso culinário.

Como fazer a lavanda para uso culinário: seque as flores em forno muito baixo (80ºC) ou ao sol por alguns dias.

Açúcar: Coloque 1 colher (sopa) de flores de lavanda secas e amassadas em um pote hermeticamente fechado com 5 xícaras (chá) de açúcar. Tampe e deixe descansar por, no mínimo, 5 dias. Separe as flores do açúcar, peneirando-o. Utilize esse açúcar para salpicar salada de frutas e biscoitos. Também junte ao creme de leite fresco batido ou, ainda, use-o em receitas de sobremesas e geléias.

Geléia: Aromatize a geléia de maçãs com flores de lavanda frescas ou secas, acrescentando-as no início do cozimento.

Sucos: Faça uma infusão com água e flores de lavanda frescas ou secas e coloque em limonadas e chás gelados.

Creme: Prepare um creme inglês de lavanda, colocando ½ colher (chá) de folhas de lavanda frescas para cada ½ litro de leite antes de fervê-lo. Coe e termine o creme normalmente. Da mesma forma, aromatize o leite que usará para fazer um pudim com flores de lavanda frescas ou secas.

Assados: Substitua o alecrim por lavanda seca em assados de cordeiro e aves.

Manteiga aromatizada: Aromatize manteiga com lavanda para ser adicionada à grelhados ou assados – saídos do forno ou da grelha — no momento de ir para a mesa. Preparo da manteiga: pique 1 colher (sopa) de ciboulette, 1 colher (sopa) de cerefólio e 1 colher (sopa) de flores e folhas de lavanda frescas. Junte 125 g de manteiga, 1 colher (sopa) de limão siciliano, sal e pimenta moída na hora. Misture bem ou processe. Molde em forma de salsicha fina e guarde no freezer, envolva por papel-filme. Para utilizar, corte uma rodela e disponha sobre porções de carne (peixe ou ave) quentes, na hora de servir.


¹Wikipedia Brasil

²Wikipedia Inglês

³Basílico

Não perca: meu pé de lavanda, muffin de lavanda, bacalhau fresco ao forno com batatas, aromaterapia: lavanda

Série Temperos: Orégano

Quando era criança gostava de brincar de fazer comidinha. O cardápio era sempre variado e rico em temperos. Alguns dias, era terra com grama picada noutros grãos de café, com pedras. O tempero? Aah o tempero, folhas de boldo, claro!! Quando não tinha disponível essa deliciosa planta (argh!), usava aquelas plantinhas que mais eram pragas para qualquer jardim! Era um cardápio gourmet de dar inveja aos mais famosos chefs!

Dias atrás, confessei esse fato a Maxwell que, como esperado achou engraçado, mas foi aí que me dei conta que sempre gostei dos “temperinhos”!

Ainda não sou uma grande conhecedora sobre ervas e suas combinações, entretanto venho me esforçando e acredito que tenho obtido sucesso! Para aprender mais sobre ervas, vou escrever uma série de posts! Começo com Orégano!

A palavra orégano tem origem grega e significa “alegria da montanha” e para os gregos,  tinha o poder mágico de trazer felicidade¹. Originária das regiões da Ásia e Europa mediterrânea¹, o orégano ou orégão (Origanum vulgare), é uma  erva  perene e aromática. Suas folhas podem ser utilizadas frescas ou secas, porém alguns consideram que as folhas secas tem melhor sabor².

Orégano

Manjerona x Orégano: Como as folhas do orégano são muito parecidas com as da manjerona (Origanum majorana ou Majorana hortensis Moench.), as duas plantas são bastante confundidas. Ambas pertencem ao mesmo gênero (as duas são Origanum) e o orégano é inclusive conhecido como manjerona-silvestre ou selvagem. Mas as duas ervas diferem pelo tamanho, pela cor das flores, pelo aroma e pelas folhas. A manjerona apresenta folhas mais ásperas, com uma textura mais firme e uma leve penugem. e suas flores são violáceas ou branco-esverdeadas

Fresco ou seco, o orégano exala um perfume intenso e muito agradável, porém, depois de seco, deve ser usado de preferência antes de completar um ano, pois começa a perder suas propriedades aromáticas.

Manjericão

Culinária: é um ingrediente imprescindível da culinária italiana, sendo utilizado em molhos de tomate, vegetais refogados, carne e é claro na pizza.²

Dicas:

  • De preferência, não cozinhe este tempero, seja ele fresco ou seco, adicione-o ao prato depois de pronto, pois ele perde seus benefícios terapêuticos com o cozimento³.
  • Ao usar o orégano seco, é conveniente friccioná-lo entre as palmas das mãos, para que libere melhor o seu aroma³.

Fontes:

¹Jardim de Flores

²Orégano

³Sensibilidade de Sabor

Fotos:

¹Orégano

2Conversa de Menina

Não perca o outro post da série temperos: lavanda